5 coisas que o Google não conta para você

5 coisas que o Google não conta para você

Nem todas as informações sobre uma empresa são de conhecimento do público. Muitas vezes, por razões comerciais, divulgar algum dado confidencial pode fazer co quem as ações de uma companhia caiam e, além disso, outras companhias podem acabar indo na onda adotando políticas semelhantes.

O site Market Watch publicou nesta semana um artigo em que lista algumas informações sobre a Google que talvez você até já saiba, mas que com certeza você nunca verá nas propagandas da empresa. Afinal, não é do interesse dele que esse tipo de informação acaba se tornando muito popular.

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A guerra no Vale do Silício!

Os gigantes do mundo da tecnologia (Google, Amazon, Apple, Facebook e Microsoft) estão envolvidos em uma série de batalhas épicas. Amazon está lutando com a Apple quanto ao mercado de e-books. Enquanto isso, a Apple e a Microsoft entraram com infração de patente. Essas são apenas duas das muitas lutas.

Aqui está um mapa para manter o controle de todas as batalhas estratégicas travadas em todo o Vale do Silício atualmente:

The Warships of Silicon Valley

Visite os data centers do Google

O Google abriu as portas dos seus data centers, dedicando um site inteiro (em português!) a fotos que mostram locais antes secretos por dentro. Eles até colocaram um dos data centers no Street View, e deixaram a Wired visitar o local para uma ampla reportagem.

Os data centers do Google são impressionantes por uma série de motivos: o principal é a escala absurda deles.

Mas há um detalhe em particular, mencionado pela Wired, que também impressiona. Para o Google crescer, eles precisariam criar data centers próprios, que fossem mais baratos e eficientes do que antes. Eis o que eles fizeram para economizar em resfriamento:

O Google percebeu que o chamado “corredor frio” na frente das máquinas poderia ficar a uma temperatura relativamente amena de 27°C ou mais: os funcionários poderiam usar shorts e camisetas, em vez de suéteres como padrão. E o “corredor quente”, um espaço bastante fechado onde vem o calor da traseira dos servidores, poderia ser autorizado a chegar aos 50°C. Esse calor poderia ser absorvido por bobinas cheias de água, que seria então bombeada para fora do edifício e resfriada antes de voltar para dentro e ser distribuída.

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